quarta-feira, 2 de abril de 2008
Ah se Cássia soubesse
Desenham-se em vítreos olhos os lamentos indolores hoje junto com a última lua do ano. Essa mesma lua que se derrama céu afora para animar os gritos , agora te silencia e, no silêncio não há rock, só a poesia que nos frágua mornais demais. São muitas as notas e letras que também se calam. São muitos dedos que repousam nunca mais ruidosos numa overdose só em sol maior. Foi-se para o lugar do segundo sol.
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